Botões para Sempre deseja a todos os leitores e seguidores do blog, um Feliz Natal, recheado de saúde, luz e alegria! Além desta postagem de festas, o blog publica abaixo também: depois de um bom tempo de pesquisa encontrei uma matéria antiga e super inédita sobre a saudosa fábrica Brianezi. Vale a pena curtir esta nostalgia. Para nós colecionadores destes pequeninos objetos que estampam muitas saudades de infância, seria ótimo se um dia a Brianezi pudesse voltar ao mercado produzindo estas relíquias em miniatura. Seria um sonho! Saudades da Brianezi!
Feliz Natal!
Matéria inédita dos anos 90 sobre a Brianezi. Fonte: Acervo do Jornal O Estado de São Paulo. Para uma melhor visualização, salve a foto e abra no seu editor de fotos.
Gulliver e Brianezi em 1988. Fonte: Acervo da Folha de São Paulo.
Botão Brianezi de 5cm, da edição de luxo, seleção de ouro, em celulóide. Fonte: Livro "O Botoníssimo".
Feliz Natal a todos!
Seja bem-vindo ao blog "BOTÕES PARA SEMPRE", um espaço voltado para os praticantes do Futebol de Mesa que, assim como eu, coleciona antigas marcas de botões como Brianezi, CRAK´S, Crakes (Jucrake), Ki-Gol, Estrela, Curinga Esportes, Champion, Bolagol, Gulliver, Sportec, Canindé, Bola no Gool, Sonaplast, Jofer, Onze de Ouro, Ídolos do Futebol, Craques da Pelota entre outras. Compro ou aceito doações de botões ao acervo. Não faço avaliações de itens e nem publico anúncios de vendas.
Mostrando postagens com marcador Brianezi Gerações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brianezi Gerações. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Lembranças da fábrica Brianezi na antiga São Paulo
Amigos botonistas, escrevi uma reportagem nostálgica que lembra um pouco a minha infância em São Paulo marcada pelos botões Brianezi. Espero que apreciem!
por Ricardo Bucci
No final de 1979 aparecia na garagem de minha casa um luxuoso Opala branco. Comprado pelo meu pai e carinhosamente apelidado de "Opalão", o carro traduzia um pouco o que foi a minha infância aos cinco, seis anos de idade, vivida numa São Paulo mais civilizada do que hoje, mais limpa e menos violenta. Quase todos os finais de semana, o Opalão saía nas ruas calmas de São Paulo. Dentro do automóvel, adorava ficar sentado numa espécie de "banquinho" de criança, que o carro comportava nos anos 70, que se localizava na frente, perto do câmbio. O trajeto já estava traçado: shoppings e magazines em busca das pequenas miniaturas de futebol de botão.
1979-1980: Eu com a camisa da seleção ainda CBD e o Opala branco de meu pai
Eram muitas lojas que vendiam as raridades recém-saídas do forno da saudosa fábrica Brianezi. Quase todas as lojas de esportes continham os famosos botões. Lembro-me de algumas: 'Esporte Paulista', na Rua Augusta, 'Sport Spada', na mesma rua, 'Procópio', 'Bayard', 'Esportes Orestes', no centro da cidade, Esportes Fabiano, no Tatuapé, e os grandes magazines como 'Eldorado', na Rua Pamplona (hoje Carrefour), 'Jumbo-Eletro' (hoje Extra, na Av. Brigadeiro Luis Antônio), 'Mappin', 'Mesbla' e 'Sears' (hoje Shopping Paulista). Não tive a oportunidade de conhecer a lojinha da Brianezi, que se localizava na Av. Álvaro Ramos, na Mooca, onde num reduto escuro, nos fundos, rolava campeonatos disputadíssimos entre pais e filhos e a criançada delirava. Lá, podíamos encontrar um verdadeiro arsenal de brinquedos e jogos. Mesas oficiais, palhetas coloridas e outros aparatos, como todos os brinquedos de esporte de mesa, além de centenas de times nacionais, internacionais e seleções. O detalhe curioso é que a Brianezi cobrava uma mensalidade dos disputantes de seus torneios, mas destinava toda a sua renda para a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).
O saudoso Jumbo Eletro. Foto da Revista Manchete em jan/1980, mas fotografada na segunda metade dos anos 70. Acervo particular de Ricardo Bucci
O jornalista paulistano e colecionador de botões, André do Nascimento Pereira, recorda de seu primeiro Brianezi que foi ganho de amigo secreto em 1981. "Tinha pedido o América - RJ na lista, porém, meu tio não o encontrou e me presenteou com um Fluminense - RJ (branco, com números e as duas faixas em verde), que não o tenho mais", lembra com saudades. André relembra as muitas idas e vindas nas lojas antigas que eram espalhadas por São Paulo: 'Sport Spada' (Rua Teodoro Sampaio), 'Rica Sports' (Rua Turiassu com Rua Cardoso de Almeida), departamento de Artigos Esportivos do 'Jumbo-Eletro' (dentro do antigo Superbom/Shopping Matarazzo, hoje Bourbon), além de 'Center Sport' e 'A Esportista' (ambas no shopping Iguatemi). "Aos poucos fui conseguindo ampliar a coleção entre os anos 80 e 90", salienta.
A cidade de São Paulo numa fantástica vista da Av. Paulista no fim da déc. de 70. Acervo particular de Ricardo Bucci, Revista Manchete.
No fim dos anos 70 e início dos 80, reinava na Brianezi os famosos botões de acetato de celulóide importado. Na antiga fábrica era possível conhecer todo o processo de fabricação dos botões, desde o corte nas folhas de celulóide, até a embalagem final. Depois do corte em forma circular, as pequenas peças eram esquentadas numa chapa de ferro e prensadas para se tornarem botões. Em seguida eram colocados os escudos e números e, em alguns modelos, aquelas faixas que até hoje são adoradas pelos colecionadores mais sedentos. Já os adesivos precisavam ser molhados para serem fixados. Depois de secos, os escudos e números eram esmaltados com base para não soltar e nem entrar tinta entre os adesivos e o botão. Logo após vinha a pintura, tudo manual, um por um, uma verdadeira obra artesanal! Após a tinta secar, os botões tinham a base lixada para ficarem retos. E, para finalizar, eram lavados, secos e limpos para serem embalados nos estojinhos.
Os Brianezi em ação. Revista Placar (jan/1987)
Enfim, depois do passeio nos shoppings, o Opala branco estava de volta. Na bagagem os estojinhos que continham os inúmeros times. Qualquer criança da época ficava fascinada com as cores do New York Cosmos que a Brianezi produzia, onde atuava o Rei Pelé. A Brianezi foi a primeira fábrica que confeccionou o time. Sem dúvida, uma de minhas maiores alegrias durante a infância foi ter adquirido este time. Confesso que sinto muitas saudades de toda esta época mágica e lúdica.
Eu (caçulinha na foto) e meu irmão com os Brianezi duas faixas na antiga mesa 'Coluna'. (dez/1980)
New York Cosmos
por Ricardo Bucci
No final de 1979 aparecia na garagem de minha casa um luxuoso Opala branco. Comprado pelo meu pai e carinhosamente apelidado de "Opalão", o carro traduzia um pouco o que foi a minha infância aos cinco, seis anos de idade, vivida numa São Paulo mais civilizada do que hoje, mais limpa e menos violenta. Quase todos os finais de semana, o Opalão saía nas ruas calmas de São Paulo. Dentro do automóvel, adorava ficar sentado numa espécie de "banquinho" de criança, que o carro comportava nos anos 70, que se localizava na frente, perto do câmbio. O trajeto já estava traçado: shoppings e magazines em busca das pequenas miniaturas de futebol de botão.
1979-1980: Eu com a camisa da seleção ainda CBD e o Opala branco de meu pai
Eram muitas lojas que vendiam as raridades recém-saídas do forno da saudosa fábrica Brianezi. Quase todas as lojas de esportes continham os famosos botões. Lembro-me de algumas: 'Esporte Paulista', na Rua Augusta, 'Sport Spada', na mesma rua, 'Procópio', 'Bayard', 'Esportes Orestes', no centro da cidade, Esportes Fabiano, no Tatuapé, e os grandes magazines como 'Eldorado', na Rua Pamplona (hoje Carrefour), 'Jumbo-Eletro' (hoje Extra, na Av. Brigadeiro Luis Antônio), 'Mappin', 'Mesbla' e 'Sears' (hoje Shopping Paulista). Não tive a oportunidade de conhecer a lojinha da Brianezi, que se localizava na Av. Álvaro Ramos, na Mooca, onde num reduto escuro, nos fundos, rolava campeonatos disputadíssimos entre pais e filhos e a criançada delirava. Lá, podíamos encontrar um verdadeiro arsenal de brinquedos e jogos. Mesas oficiais, palhetas coloridas e outros aparatos, como todos os brinquedos de esporte de mesa, além de centenas de times nacionais, internacionais e seleções. O detalhe curioso é que a Brianezi cobrava uma mensalidade dos disputantes de seus torneios, mas destinava toda a sua renda para a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).
O saudoso Jumbo Eletro. Foto da Revista Manchete em jan/1980, mas fotografada na segunda metade dos anos 70. Acervo particular de Ricardo Bucci
O jornalista paulistano e colecionador de botões, André do Nascimento Pereira, recorda de seu primeiro Brianezi que foi ganho de amigo secreto em 1981. "Tinha pedido o América - RJ na lista, porém, meu tio não o encontrou e me presenteou com um Fluminense - RJ (branco, com números e as duas faixas em verde), que não o tenho mais", lembra com saudades. André relembra as muitas idas e vindas nas lojas antigas que eram espalhadas por São Paulo: 'Sport Spada' (Rua Teodoro Sampaio), 'Rica Sports' (Rua Turiassu com Rua Cardoso de Almeida), departamento de Artigos Esportivos do 'Jumbo-Eletro' (dentro do antigo Superbom/Shopping Matarazzo, hoje Bourbon), além de 'Center Sport' e 'A Esportista' (ambas no shopping Iguatemi). "Aos poucos fui conseguindo ampliar a coleção entre os anos 80 e 90", salienta.
A cidade de São Paulo numa fantástica vista da Av. Paulista no fim da déc. de 70. Acervo particular de Ricardo Bucci, Revista Manchete.
No fim dos anos 70 e início dos 80, reinava na Brianezi os famosos botões de acetato de celulóide importado. Na antiga fábrica era possível conhecer todo o processo de fabricação dos botões, desde o corte nas folhas de celulóide, até a embalagem final. Depois do corte em forma circular, as pequenas peças eram esquentadas numa chapa de ferro e prensadas para se tornarem botões. Em seguida eram colocados os escudos e números e, em alguns modelos, aquelas faixas que até hoje são adoradas pelos colecionadores mais sedentos. Já os adesivos precisavam ser molhados para serem fixados. Depois de secos, os escudos e números eram esmaltados com base para não soltar e nem entrar tinta entre os adesivos e o botão. Logo após vinha a pintura, tudo manual, um por um, uma verdadeira obra artesanal! Após a tinta secar, os botões tinham a base lixada para ficarem retos. E, para finalizar, eram lavados, secos e limpos para serem embalados nos estojinhos.
Os Brianezi em ação. Revista Placar (jan/1987)
Enfim, depois do passeio nos shoppings, o Opala branco estava de volta. Na bagagem os estojinhos que continham os inúmeros times. Qualquer criança da época ficava fascinada com as cores do New York Cosmos que a Brianezi produzia, onde atuava o Rei Pelé. A Brianezi foi a primeira fábrica que confeccionou o time. Sem dúvida, uma de minhas maiores alegrias durante a infância foi ter adquirido este time. Confesso que sinto muitas saudades de toda esta época mágica e lúdica.
Eu (caçulinha na foto) e meu irmão com os Brianezi duas faixas na antiga mesa 'Coluna'. (dez/1980)
New York Cosmos
terça-feira, 1 de abril de 2014
Brianezi - Primeira Geração e Série Luxo 5cm
Em 1972 nasce oficialmente a Brianezi, idealizada por Paulo Brianezi, criador da marca. Ele confeccionava os seus botões, logo depois industrializa o processo usando acetato de celulóide importado do Japão. Os primeiros botões da Brianezi e que foram fabricados até o final da década de 70, contavam já com palheta colorida, caixa branca, de papelão, para depois passar para as famosas caixas azuis. A decoração era limpa: apenas escudo e número, ambos, em decalque. O interessante nesta fase diz respeito às seleções. Sua tonalidade era diversa: as seleções eram feitas com escudos de bandeirinhas dos países, pela dificuldade de conseguir, na época, fotos dos emblemas das federações dos países. Isto foi verificado também na segunda geração.
Já os botões da série Luxo começaram em 1977, tinham um tamanho aproximado de 5 cm, também encontrado em 45mm, e eram feitos de material importado celulóide. Mais resistentes e bem altos, os botões eram os mais difíceis de toda Brianezi de serem achados, segundo os colecionadores mais exigentes. Alguns modelos faziam parte também da "seleção de ouro da Brianezi", assim chamada nos catálogos e que, na verdade, eram botões especiais feitos de celulóide ou acrílico em 50mm (5cm) de tamanho, que eram encontrados na lojinha da fábrica. O diferencial da série Ouro era a disposição das linhas, sempre presente nos botões. Dificilmente em lojas eram encontrados estas relíquias, sendo mais requisitadas por encomendas de colecionadores, e ficavam expostos na vitrine, no Belenzinho. Os botões apresentam um chute fortíssimo.
Internazionale e Borussia Holanda, na série luxo
O Tomsk, da Brianezi, 5 cm: participante da Champions League, o time tem um esquema tático fantástico; marcação forte, jogadas ensaiadas em escanteios, e poderosos arremates que encobrem e deixam literalmente no chão os goleiros. Dá-lhe Tom Tomsk!
CEUB: um dos mais pitorescos times feitos no começo de fabricação, em celulóides importados, de Botões para Sempre
Paysandu de 1972-76 de Botões para Sempre
segunda-feira, 31 de março de 2014
Brianezi - Segunda Geração: as famosas 'duas faixas'
A fase de ouro da saudosa Brianezi, também chamada de 'década de ouro', foi marcada pela segunda geração. A fase foi compreendida no final da década de 70, mais precisamente em 1976-1977 e durou aproximadamente dez anos, perto do fim de 1986. Os botões eram de celulóide importado, chamados assim, pois eram semelhantes aos materiais de 'tampas' ou 'capas' de relógios antigos. Estas miniaturas de futebol ficaram conhecidas no país inteiro e a Brianezi logo adquiriu um sinônimo: 'os botões de tampa mais famosos do Brasil'.
por Ricardo Bucci
Segundo relatos de pessoas que trabalharam na Brianezi em 1977 e que escreveram para o blog 'Botões para Sempre', o processo de fabricação dos botões 'duas faixas' era 100% artesanal. Havia uma pessoa para colocar os escudos, outra para colocar os números, todos os emblemas em 'decalque'. Estes eram vendidos também em papelarias pela cidade de São Paulo. Os botões iam para o esmalte incolor para a tinta não borrar nos respectivos números e escudos, pintura, depois a lixa para deixá-los todos retos na base, lavagem e, por fim, a embalagem.
Conheça como era detalhadamente o processo:
No fim dos anos 70 e início dos 80, reinava na Brianezi os famosos
botões de acetato de celulóide importado. Na antiga fábrica era possível
conhecer todo o processo de fabricação dos botões, desde o corte nas
folhas de celulóide, até a embalagem final. Depois do corte em forma
circular, as pequenas peças eram esquentadas numa chapa de ferro e
prensadas para se tornarem botões. Em seguida eram colocados os escudos e
números e, em alguns modelos, aquelas faixas que até hoje são adoradas
pelos colecionadores. Já os adesivos precisavam ser
molhados para serem fixados. Depois de secos, os escudos e números eram
esmaltados com base para não soltar e nem entrar tinta entre os adesivos
e o botão. Logo após vinha a pintura, na forma manual, uma
verdadeira obra artesanal! Após a tinta secar, os botões tinham a base
lixada para ficarem retos. E, para finalizar, eram lavados, secos e
limpos para serem embalados nos estojinhos.
Nessa época foram produzidos mais de 250 times, entre clubes nacionais, internacionais e seleções. Flamengo e Corinthians eram líderes de venda nas lojas. Em 1988, só para se ter uma ideia, a fábrica vendeu mais de 140 mil times, segundo reportagem antiga do jornal Folha de São Paulo. A Brianezi foi a primeira fábrica a produzir o New York Cosmos em diversas cores. O tradicional amarelo, com faixas verdes, branco com faixas verdes e verde com faixas brancas. Enormes filas eram encontradas na Av. Álvaro Ramos, local da fábrica e lojinha da Brianezi. Crianças e adultos, sedentos para conseguir tais relíquias, frequentavam o local, entre eles, o jornalista Silvio Lancellotti, detentor de uma extensa coleção de botões Brianezi. O primeiro Brianezi que apareceu em minha casa foi o Clube do Remo, no final de 1976/começo de 1977. Os botões 'duas faixas' estavam só começando e no berço dos botões vinham a palheta colorida, que se manteve somente até nesta fase, goleiro em forma de 'pedra', com o escudo do clube.
As características dos botões: os botões 'duas faixas' são os mais adorados pelos amantes da Brianezi, justamente por se tratar de os melhores botões que deslizam perfeitamente sobre a mesa. Não há fase na Brianezi melhor que esta em relação ao domínio sobre os botões. Claro que uma vez ou outra, encontrávamos deformidades nos estojinhos, isto é, um ou mais botões 'tortos', que se destoavam dos demais, mas todos corriam na mesa. O grande problema destes botões sempre foi sua conservação. Muitas peças quebravam, rachavam ou trincavam, justamente por serem de material extremamente flexível, de celulóide. Sendo totalmente artesanal, outro aspecto que a criança ou adolescente tinha que ter na época era manter os botões intactos. Mas boa parte deles que raramente encontramos à venda em sites de compras ou outros meios, apresentam descascamentos nas pinturas, pela ação do tempo e falta de conservação dos antigos donos. Nos meus campeonatos, os botões 'duas faixas' dividem títulos com os botões da terceira fase. Quando estes botões de fases distintas se enfrentam, há um equilíbrio muito grande.
O Piauí já foi campeão brasileiro da terceira divisão e vice-campeão da segundona em meus torneios.O Birmingham City já faturou uma Champions e um vice do Mundial Inter-clubes
O raríssimo Nice da França, vice-campeão de minha Champions de 2014
Outra 'mosca branca', o Lyon da França, de minha coleção. Veio numa caixa de sapatos lotada de botões antigos. Dá-lhe Lyon!
'Duas faixas' da Arábia Saudita, porém com lentes grandes, da Edição de Luxo, de 45mm. O tradicional Brianezi 'duas faixas' tinha sempre 42mm. Esta Arábia era especial e somente vendida na lojinha da Brianezi, no Belenzinho-SP.
O argentino Estudiantes de La Plata, outro time raro e fortíssimo para minha Pré-Libertadores de 2016.
Times fora de catálogo também eram encontrados nos botões da segunda geração. Aqui vemos um Ascoli, da Itália. Seleções que não estavam presentes no catálogo como Noruega e Bélgica também eram fabricadas pela antiga Brianezi.
A seleção da Albânia, uma relíquia da fábrica, de minha coleção particular.
Este número 9 do Manchester é o melhor botão que apresento em minha coleção. Artilheiro, craque, excelente domínio, desliza uma barbaridade nas mesas. O Pelé do botão!
O grande Central de Caruaru, raro de ser achado, detentor de um magistral título pela minha segundona do brasileiro
O New York Cosmos já foi campeão de minha Libertadores e possui um título da Final Intercontinental contra o todo poderoso Bayern de Munique.
Schalke 04: taticamente falando, uma das melhores formações da Brianezi
A Brianezi lembrou com carinho de um dos times mais simpáticos do Nordeste: o tradicional Calouros do Ar, time da antiga Base Aérea de Fortaleza e que já faturou um campeonato de botão da terceira divisão, um vice da segunda e dá trabalho para os grandes na minha primeira divisão. A foto do time já circulou nas redes sociais do clube, como cordial lembrança, fato que agradeço a todos os diretores do "Tremendão da Aerolândia". Parabéns, Calouros!
O raro time mexicano Club León, feito pela Brianezi no final dos anos 70, sempre dando trabalho para todos os meus times da Libertadores da América.
O Juventus da Mooca, time adorado pela comunidade ítalo-brasileira. Nostalgia pura feita pela Brianezi, seguramente o time mais ileso e incólume que tenho em minha coleção dos Brianezi 'duas faixas'. Parabéns Lúcio Brianezi por fazer um time simplesmente maravilhoso!
A 'Squadra Azzurra' feita pela família Brianezi no começo dos anos 80, com escudo usado na Copa de 1978.
Catálogo dos times 'duas faixas'. Mais de 250 relíquias em miniaturas.
1979-1980: os botões 'duas faixas' já faziam parte de meus campeonatos. Aqui vemos eu (caçulinha) e meu irmão na partida inaugural da mesa 'Coluna Brinquedos', na partida entre Flamengo e Brasil CBD.
Para ver postagens de outros modelos de botões da Brianezi, clique nos respectivos marcadores.
domingo, 30 de março de 2014
Brianezi - Última Geração
A quarta e última fase da Brianezi foi marcada pela produção de botões em acetato dos mais resistentes de todas as gerações da Brianezi, embora de plástico, parecido com acrílico bem duro. Os botões são bons de chutes a pouca distância, sendo que nas fases anteriores, os botões eram ótimos para arremates a longa distância. Muitos botões eram encontrados com decoração em papel, fato mais consumado nos finais de produção. A fase foi compreendida entre a metade da década de 90 (1996-1997) e durou até o encerramento da linha de produção da fábrica, ou seja, em dezembro de 2001.
Botões da última geração
O Yokohama Flugels, última geração da Brianezi, time extinto do Japão, já foi campeão japonês de meu torneio.
O Estrela Vermelha de Belgrado já foi vice-campeão da Copa UEFA.
A seleção da Dinamarca ainda tenta se classificar para sua primeira Copa do Mundo.
A Romênia participará de sua primeira eliminatória.
A Hungria foi uma das sensações da última copa. Ficou em quinto lugar.
A Rússia da última geração: derrotou a toda poderosa Seleção Brasileira duas faixas CBD.
Botões da última geração
O Yokohama Flugels, última geração da Brianezi, time extinto do Japão, já foi campeão japonês de meu torneio.
O Estrela Vermelha de Belgrado já foi vice-campeão da Copa UEFA.
A seleção da Dinamarca ainda tenta se classificar para sua primeira Copa do Mundo.
A Romênia participará de sua primeira eliminatória.
A Hungria foi uma das sensações da última copa. Ficou em quinto lugar.
A Rússia da última geração: derrotou a toda poderosa Seleção Brasileira duas faixas CBD.
sábado, 29 de março de 2014
Brianezi - Terceira Geração
A Brianezi da terceira geração ou terceira fase da fábrica foi compreendida entre 1987-1988-1989 e durou até a metade da década de 1990 (1995-1996). Os botões mediam o mesmo tamanho da fase anterior (duas faixas) aproximadamente 42mm e eram mais resistentes, por isto muito apelidados de 'gordinhos'. Com um chute forte a longa distância, estes botões acumularam muitos títulos em meus torneios na década de 90. O primeiro time que comprei desta época foi o Botafogo - RJ numa pequena loja de esportes. No campeonato de 2012 o time sagrou-se campeão brasileiro da 1º divisão. Times internacionais da Brianezi 'gordinhos' como Liverpool e Internazionale já levantaram caneco da Champions League. O interessante é quando dois times da Brianezi de fases distintas se enfrentam, especialmente os 'duas faixas', de celulóide, dos anos 70/80 contra os da terceira geração. O duelo é muito emocionante!
Botões Brianezi da terceira geração
A Internazionale já foi campeã da Champions, da Final Intercontinental e do Mundial Inter-Clubes
Liverpool, campeão da Champions de 2010. Um time de muitos craques!
Barcelona, com faixas. Estes botões foram os primeiros a saírem nas lojas logo depois do encerramento dos famosos celulóides, entretanto tiveram vida curta (1987-1990) mas a jogabilidade é excelente. O curioso é que os botões conseguem ser um pouco mais flexíveis e maleáveis que os demais da terceira geração. Só quando os botões entram na mesa é que percebemos esta diferença, o que torna ainda mais emocionante a partida!
O Flamengo da terceira geração: o time que mais levantou canecos em brasileiros dos meus torneios de botão.
O PSG da terceira geração: um time difícil de ser batido e que adora fazer gols nos últimos segundos de jogo!
O Vila Nova - GO já faturou um brasileiro da segunda divisão na final histórica com o poderoso Calouros do Ar 'duas faixas'.
Botões Brianezi da terceira geração
A Internazionale já foi campeã da Champions, da Final Intercontinental e do Mundial Inter-Clubes
Liverpool, campeão da Champions de 2010. Um time de muitos craques!
Barcelona, com faixas. Estes botões foram os primeiros a saírem nas lojas logo depois do encerramento dos famosos celulóides, entretanto tiveram vida curta (1987-1990) mas a jogabilidade é excelente. O curioso é que os botões conseguem ser um pouco mais flexíveis e maleáveis que os demais da terceira geração. Só quando os botões entram na mesa é que percebemos esta diferença, o que torna ainda mais emocionante a partida!
O Flamengo da terceira geração: o time que mais levantou canecos em brasileiros dos meus torneios de botão.
O PSG da terceira geração: um time difícil de ser batido e que adora fazer gols nos últimos segundos de jogo!
O Vila Nova - GO já faturou um brasileiro da segunda divisão na final histórica com o poderoso Calouros do Ar 'duas faixas'.
Assinar:
Postagens (Atom)





























