Copa de 1982

Copa de 1982
Lembranças da Copa do Mundo de 1982: veja o artigo que escrevi sobre o melhor mundial de todos os tempos

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Galícia Esporte Clube - BA - 1980

Olá, amigos colecionadores! Hoje trago o Galícia - o Azulino Demolidor de Campões, do time de 1980. Aproveito para mostrar fotos antigas e históricas do clube de Salvador - BA. Abraços a todos,
1930/1940
 1967
 1968
Jogadores do Galícia (da esquerda para a direita): Valtinho, Carlinhos Gonçalves (falecido), Ricardo Gonçalves (falecido), Roberto Oliveira - foto disponibilizada por Roberto Oliveira 
 1968
 1970
fotos: http://salvadorgalega.wordpress.com / www.granadeiros.com

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Moto Club de São Luís - MA - 1974/1982

Olá, amigos colecionadores! Hoje mostro o Moto Club, versão carinhas, de 1974, porém com o craque Raimundinho, do time de 1982. Aproveito para mostrar fotos antigas e históricas do clube. Abraços a todos,
 1982
 1983
 1977
1977
1974
 1967

O Bicho-Papão ou "Papão" é um ser imaginário da mitologia infantil portuguesa e brasileira, mas também conhecido no resto da península Ibérica, como na Galiza, na Catalunha e nas Astúrias. O Bicho-Papão é a personificação do medo, um ser mutante que pode assumir qualquer forma de bicho, um ser ou animal freqüentemente de aspecto monstruoso. O Bicho-Papão está sempre à espreita e pronto para dar o bote. Por conta de um timaço montado pelo Moto Club na década de 40 e 50, quando conquistou a Copa Norte-Nordeste e a Copa Norte, ganhando de todos os campeões estaduais da região, o Moto ganhou a alcunha de “Papão do Norte”, pois onde chegava, impunha ao adversário respeito e temor. Com esse apelido, o clube aderiu o Bicho-Papão como seu mascote, que hoje ganha forma e é aqui representado

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Coleção do Leitor

Olá, amigos colecionadores! Hoje mostro a coleção de botões Champion, do colecionador Rodrigo Barreira, foto enviada pelo e-mail. Abraços a todos,
Argélia

 Dinamarca
 Iraque
 A seleção do Iraque na copa de 1986
 Israel
 Paraguai

domingo, 4 de setembro de 2011

Foto histórica "Final da Champions League 1978" - Liverpool e Bruges

Olá, amigos colecionadores! Hoje mostro a final da Champions de 1978 (Liverpool 1 x Bruges 0). Abraços a todos,
A equipe belga do Bruges.
Em pé: Jensen, Bastijns, Volders, De Cubber, Leekens, Vandereycken. Agachados: Soerensen, Cools, Lambert, Sanders, Courant.
fotos: http://thevintagefootballclub.blogspot.com
Vídeo da final da Champions de 1978

sábado, 3 de setembro de 2011

"O tremendão da Aerolândia" voltou! Calouros do Ar (CE) está de volta aos gramados

Olá, amigos colecionadores! Botões para Sempre traz uma matéria do Globo Esporte mostrando a volta do Calouros e a terceira divisão cearense. Torço muito para o sucesso do Calouros do Ar em 2011, que ele volte rapidamente para a elite do futebol do seu estado, muita força para toda a equipe e um grande abraço ao meu amigo, diretor de Relações Públicas do Calouros, Rômulo Barroso. 

 O Calouros do Ar, da Brianezi, com escudo retrô, 1970-1980
  
Terceira divisão do Campeonato Cearense: o cemitério dos campeões

 

Com dez clubes divididos em três grupos, a competição recebe times campeões da elite do estadual e segue sem credibilidade dos participantes

 

Por Roberto Ranulfo, Fortaleza, CE 

Marcada para ter início nesta sexta-feira, a Terceira Divisão do Campeonato Cearense se tornou o lar de campeões estaduais do passado que, durante as décadas, perderam força e prestígio. Hoje, tentam se reerguer e fugir da Terceirona, apesar das dificuldades.
Nos últimos anos, os amantes do futebol no Ceará se acostumaram a ouvir nos estádios: "Uh terror Clodoaldo é matador!". Do lado da torcida do Ceará, Sérgio Alves, um dos mais recentes ídolos, era aclamado como o Carrasco Tricolor.
Se décadas atrás, as torcidas organizadas tivessem a mesma força que têm nos dias de hoje, possivelmente, se ouviria nos campos de futebol: "Uh terror, Jombrega é matador". Ou os fanáticos por futebol clamariam o nome de Beto: o carrasco tricolor, na década de 50.
Beto foi um dos grandes atacantes do Calouros do Ar, no título cearense de 1955, que, de acordo com Francisco Menescal, atual vice-presidente do clube, "fazia tremer os zagueiros do Ceará". Já o centroavante Jombrega marcou oito gols no Campeonato Cearense de 1945 e ajudou o Maguary a conseguir o título cearense.
Os dois atletas são algumas lendas que marcaram o futebol cearense em clubes que, atualmente, estão bem distantes das manchetes de jornais e anos-luz de gerar a repercussão de décadas passadas. São times que ainda tentam sobreviver graças às suas histórias quase esquecidas pelo tempo. Muitas destas equipes estão reunidas em uma competição que, de acordo com dirigentes dos clubes participantes, não emociona nem gera renda: o Campeonato Cearense da Terceira Divisão.
A competição que está no calendário da Federação Cearense de Futebol desde 2004 e tem como atual campeão, o Crateús, conta neste ano com dez clubes. Dentre eles, o Sport Club Maguary, bicampeão estadual em 1943 e 1944, e o Calouros do Ar, campeão cearense de 1955.

 Equipe do Maguary bicampeã em 1943 e 1944

Como eles chegaram lá?

O Maguary marcou seu nome na história do futebol cearense. Além de quatro títulos do Estadual, a equipe foi vice do torneio em sete oportunidades. O time chegou a ter uma das maiores torcidas do estado do Ceará e quase conseguiu o tricampeonato do torneio.
- Eu diria que, apesar de não ter ganho, o grande momento do clube foi a tentativa do tricampeonato em 1945. O time vinha da inauguração da nova sede, mas foi surpreendido pelo Ferroviário. Mesmo assim, por coroar dois campeonatos, foi o grande momento do clube – diz Aguiar Junior, presidente do Maguary.
Porém, logo após o insucesso em 1945, o chamado Clube dos Príncipes abdicou dos torneios estaduais e começou a participar apenas de competições amadoras, até 1975, quando fechou suas portas, só voltando a disputar o Campeonato Cearense em 2009, tendo que voltar na Terceira Divisão. A torcida acabou migrando para outros clubes.
- O Maguary tinha um dos maiores torcidas do Estado. Quando ficaram orfãos do time, os torcedores migraram para o Fortaleza e para o Ceará. Pela mágoa na perda do título de 1945, o restante da torcida não teve empatia pelo Ferroviário – declarou Aguiar Junior.
O Calouros do Ar, outro clube de glórias no Estado, teve seu grande momento em 1955, quando se sagrou campeão cearense. Na época, o time, que recebeu esse nome em homenagem ao conjunto musical da Base Aérea de Fortaleza, se manteve na elite do Campeonato Cearense até 1998, quando foi rebaixado para a Segunda Divisão.
- Nascemos e vivemos na Base Área. Até que, infelizmente, por mudanças de comando, nosso time se desligou da base e começou a perder força – disse Francisco Menescal, atual vice-presidente do Calouros do Ar. O clube foi definitivamente desligado da Base Aérea em 2005. Um ano antes, a equipe caiu para a Terceira Divisão do Campeonato Cearense, de onde não saiu mais.
Atualmente, disputando a Terceirona, Maguary e Calouros do Ar sofrem para se manterem vivos no futebol.
- Não existe time pequeno, mas sim, clube sem dinheiro. Sem verba ninguém faz nada, então perdemos e fomos para a Terceira em 2010 por situação financeira, mas resolvemos 'desenterrar' o Calouros – disse o vice-presidente do Calouros do Ar, Francisco Menescal Wambar.
Outro campeão estadual, no ano de 1966, o América sequer disputará a competição. Sem dinheiro para montar adequadamente uma equipe para a terceira divisão, o tradicional Mequinha desistiu de participar em 2011. Com isso, estará ainda abaixo de Maguary e Calouros do Ar, na escala de esquecimento no futebol cearense.

 Comissão do Calouros do Ar Clytts Jones à direita, de boné, foto Divulgação: Calouros

Camisa atual do Calouros do Ar - 2011

Terceirona questionada

A Terceira Divisão do Campeonato Cearense de 2011 começa nesta sexta-feira e já está sendo bem questionada. Presidentes e dirigentes dos clubes participantes reclamam do formato e da falta de investimentos dos clubes.
- Não é um bom campeonato. Há muita difículdade para arranjar patrocínio e sem as transmissões de televisão complica muito. É um sofrimento grande, com muitas despesas – declarou o presidente do Itapajé, Mário Pinto Pontes. Embora não tenha sido campeão cearense da primeira divisão, em nenhuma oportunidade, o clube já figurou
O formato de disputa, para alguns clubes, poderia ter sido pensado de forma diferente.
- Fiquei surpreso com a fórmula de disputa do campeoanto. São apenas dez clubes divididos em três grupos. Para mim não é o melhor formato. Infelizmente, a terceira divisão é esquecida . A gente procura, mas não consegue patrocínio, só promessas, fica só no sacrifício. Alguns diretores vão ajudando, mas não é fácil – desabafa Eudásio Barroso, da diretoria do Calouros do Ar.
Alguns vão ainda mais longe. O presidente do Maguary chega a questionar a existência da competição. Aguiar Junior acredita que a junção entre a segunda e a terceira divisões do Estadual atrairia mais o público e deixaria a competição mais forte.
- É uma competição totalmente falida. Sem público e visibilidade, é um verdadeiro inferno para o futebol cearense, não deveria existir. Por mim, haveria apenas a Primeira Divisão e a Segundona. Neste formato que está, pudemos presenciar barbaridades. Maguary e América, dois clubes campeões cearenses, no estádio do Uniclinic, tinham três pagantes. Este torneio levará os clubes a uma situação caótica – declarou Aguiar Junior.
O GLOBOESPORTE.COM/CE procurou a Federação Cearense de Futebol para responder às críticas feitas pelos dirigentes dos clubes cearenses que disputam a Terceira Divisão do Campeonato Cearense. Contudo, os contatos feitos com a assessoria da FCF e diretamente com o presidente da entidade, Mauro Carmélio, não foram atendidos.


 Calouros do Ar - campeão cearense de 1955

Esperança

As equipes tradicionais tentam se reerguer e voltar aos tempos de glória. Para isso, os clubes vão se reforçando como podem para tentar sair o mais rápido possível da Terceira Divisão.
O Maguary, que hoje treina no Estádio Valdir Bezerra, na Lagoa Redonda, e sobrevive com a ajuda do patrocínio da Prefeitura de Fortaleza e de parceiros, trouxe para gerenciar o futebol, o experiente Mirandinha, ex-jogador e técnico, e conta com um elenco bem experiente para conquistar a Terceirona.
- O futebol cearense não pode viver dessa eterna disputa entre Fortaleza e Ceará – diz Aguiar Junior, presidente do Maguary.
O Calouros do Ar aposta em um plantel bem novo, com média de idade de 20 anos, comandados por Clytts Jones, técnico acostumado com acessos. Clytts conseguiu subir para a Segunda Divisão com vários clubes, dentre eles, Caucaia, São Benedito e Tauá.
- Sem a menor sombra de dúvida, estarmos disputando a competição para subir. Na Segunda Divisão, as portas se abrem e é mais fácil conseguir patrocínio. O plantel é bom e faremos de tudo para conseguir – disse o diretor de futebol do Calouros do Ar, Eudásio Barroso.

Calouros do Ar 2011. Crédito da foto: Ronaldo Déber (http://deberlima.blogspot.com)

fonte: http://globoesporte.globo.com/ce/noticia/2011/08/terceira-divisao-do-campeonato-cearense-o-cemiterio-dos-campoes.htm

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Entrevista: Dr. Osmar de Oliveira

Olá, amigos colecionadores! No Canal 'Entrevistas' apresento um papo com o médico e jornalista Dr. Osmar de Oliveira, entrevista que realizei na Revista Leitura Médica, de São Paulo, 2008. Dentre os assuntos abordados, não poderia faltar o lado saudosista do futebol, que não deixa de ser uma das temáticas do blog.
Abraços a todos,

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Botafogo de Futebol e Regatas - RJ - Brianezi 1980

Olá, amigos colecionadores! Hoje trago o excelente time do Botafogo da Brianezi, da terceira fase, do final da déc. de 80. Os botões encobrem com muita facilidade qualquer bom goleiro. Aproveito para mostrar fotos antigas e históricas do "Fogão". Abraços a todos,

O Botafogo permaneceu invicto durante 52 jogos entre 1977 e 1978. Marca igualada pelo Flamengo posteriormente, mas jamais superada no Brasil. Zagallo e Danilo Alves comandaram a equipe neste período glorioso, que só foi interrompido pelo Grêmio em jogo realizado no Maracanã pelo Campeonato Brasileiro. Em pé vemos Zé Carlos, Beto, Osmar, Wecsley, Renê e Rodrigues Neto; agachados estão Cremílson, Mendonça, Dé, Manfrini e Paulo César. A foto é do acervo da revista Manchete
 1962
 
Vejam o Botafogo na década de 1970 no gramado do Maracanã. Acima estão Perivaldo, Zé Carlos, Luizinho, Rodrigues Neto, Renê e Osmar; agachados temos Gil, Mendonça, Nílson Dias, Bráulio e Paulo César Caju
 

Time do Botafogo em 1970 que atuou no “Robertão”. Em pé, da esquerda para a direita: Moreira, Ubirajara, Nei Conceição, Moisés, Leônidas e Valtencir. Agachados: Zequinha, Careca, Roberto, Jairzinho e Paulo César Caju. Fonte: revista “O Cruzeiro”.
 
O Botafogo em 1971 antes de partida no Maracanã com Mura, Ubirajara, Nei Conceição, Osmar, Brito e Valtencir em pé e Zequinha, Carlos Roberto, Silva, Roberto e Paulo Cesar agachados. Foto enviada ao site pelo amigo Walter Peres
 
 Anos 50
 
 Anos 50 II

 Anos 60
Bota de 1962
O eterno Garrincha
1963
fotos: Acervo Milton Neves (http://terceirotempo.ig.com.br)