Copa de 1982

Copa de 1982
Lembranças da Copa do Mundo de 1982: veja o artigo que escrevi sobre o melhor mundial de todos os tempos

domingo, 5 de julho de 2020

O 'vigésimo quinto' time de tamanho 50mm da Brianezi 1970 chegando...

Seja bem-vindo Coritiba/PR 'Super Luxo' de 50mm. Primeira edição. Acrílico POP flexível.
Ref. 016 nos catálogos. Caixas verdes.
Raro estado de conservação
1973

sexta-feira, 3 de julho de 2020

sábado, 20 de junho de 2020

Raro Guarani campeão brasileiro 1978 - Gulliver original 'Grandes times do Futebol Brasileiro'

Reforço nas 'carinhas' originais. O modelo 'casca de ovo' será substituído por esse acrílico impecável feito fora de catálogo. A coleção completa de Botões para Sempre dos Gulliver em 27 times diferentes encontra-se no site Verminosos por Futebol.

terça-feira, 16 de junho de 2020

SCCP Luxo Flexível 50mm - Brianezi 1976

Segundo o antigo dono das peças, o time foi comprado motivado pela 'invasão corintiana' no Maracanã em 1976.
"O conjunto é da década de 1970 e foi usado para disputa de campeonatos em São Paulo. O conjunto conta com dois goleiros, um de preto e outro de branco. É uma peça pessoal, estando comigo todo esse tempo."
Outro modelo da Brianezi luxuoso (50mm) feito no Belenzinho

terça-feira, 2 de junho de 2020

Tudo começou numa banca de jornal localizada na Rua Batataes em São Paulo

A paixão pelos guerreiros em miniatura foi motivada pela decisão do Paulistão de 1977
Por Ricardo Bucci











Uma das conquistas mais emblemáticas do Corinthians, sem dúvida, é a do Campeonato Paulista de 1977. Depois de quase 23 anos sem um título expressivo, no dia 13 de outubro de 1977, o Timão finalmente encerrava este longo período. A final do Paulistão daquele ano foi disputada numa série melhor de 03 confrontos. E todos se lembram do terceiro jogo, dia em que com o gol de Basílio, o Corinthians acabava o jejum de 23 anos sem títulos. Mas poucos se lembram do segundo jogo.
Meu pai assistiu ao vivo o segundo jogo. Eu era muito pequeno na época e nem falava ainda direito. E foi nesta partida que marcou o recorde de público do Morumbi. Naquela tarde, 146.082 ocuparam todas as dependências do estádio, ao todo foram 138.032 pagantes que presenciaram o jogo em que uma vitória garantiria o título para o Timão. Vitória que não veio. Apesar do Timão abrir o placar aos 42 do primeiro tempo, Dicá e Rui Rei viraram a partida para a 'Macaca' na segunda etapa, levando a decisão para o terceiro confronto, eternizado PARA SEMPRE com o gol de 'Basa' que garantiu, assim, o título para o Corinthians.
Enfim. Botões para Sempre traz o Corinthians e Ponte Preta, ambos originalíssimos, com goleiro, caixa, somente o Corinthians que vinha num saquinho, pois era de plástico (a Macaca é acrílica), mas vejam só o que encontrei no lote, os adesivos que a 'criançada' da época se deparava dentro dos pequenos saquinhos para adesivar as devidas 'carinhas' nos aguerridos Gulliver.
Nostalgia pura.
Fica aqui minha homenagem, sobretudo, a três pessoas especiais:
Meu saudoso avô paterno, Oswaldo Bucci, corintiano fanático, grande incentivador do futmesa, pois foi ele que me comprava os primeiros botões de 'carinhas', meu irmão mais velho, que adquiriu há 40 anos atrás OS PRIMEIROS BOTÕES QUE APARECERAM EM NOSSA CASA, e CLARO, meu pai, que deu a guinada maior na minha infância em comprar mais brinquedos.
Mas, qual foi o motivo principal da compra dos primeiros botões?
Justamente o embate entre as duas equipes naquela histórica decisão.
Meu primeiro campeonato catalogado foi em 1982, no auge da Copa da Espanha. O primeiro time campeão foi o Internacional (RS), sendo que todo o elenco era composto pelos Gullivers de 'carinhas': Luizinho (o rei dos botões de plástico, tenho até hoje), Caçapava, Waldomiro, enfim, um timaço. O blog mostra abaixo vários campeonatos dos anos 80 e 90, com as folhas todas 'amareladas', pela ação do tempo. Incrível, mas a minha letra era de uma 'criança' ainda, encantada com os campeonatos que fazia. Conheço gente que ainda guarda toda esta 'velharia' de papel, pode parecer loucura, mas são objetos que nos fazem lembrar de um tempo magnífico, onde a violência e o 'roubo' eram mínimos.
Colocava talco na mesa Estrelão. Os botões corriam mais. Cheguei a fazer na escola, ou melhor, no Colégio em que estudava no primário (chamávamos assim), arquibancadas de papelão grosso para a colocação dos bonecos Playmobil para imitar as torcidas presentes no estádio. O interessante é que se o time ganhasse, na próxima partida o número de bonequinhos no estádio aumentava. A Gulliver foi a última fábrica a produzir botões com 'carinhas' ou como queiram, rostos de jogadores. De 1977 até a Copa de 82 viam-se nas bancas e magazines da época. Na minha opinião foi a coleção mais linda em carinhas. Além disso foram os melhores botões para se jogar na mesa com este tipo. A Gulliver foi a melhor empresa a produzir estas carinhas, além da jogabilidade dos botões. Esta minha opinião também era cultuada pelo saudoso amigo Alessandro di Caprio, do Tribuna do Botão, que tinha uma verdadeira paixão pelos Gullivers.
Um pouco da história
Em 1959, o espanhol Mariano Lavin Ortiz chegou ao Brasil com seus filhos. Eles fundaram a 'Gulliver Manufatura de Brinquedos' dez anos depois, isto é, em 1969. O nome foi escolhido porque, na infância, Ortiz adorava a história “As Viagens de Gulliver”. Com quarenta décadas, a empresa foi responsável por brinquedos clássicos, como as pelúcias da Família Peposo, os Agarradinhos e o Forte Apache. Começaram a fazer botões na década de 1970. Em 1977, começaram a estampar o rosto dos jogadores, os famosos botões de 'carinhas', coleção esta que foi a minha pioneira dentro da história do botonismo. Pararam de fabricar as respectivas 'carinhas', uma pena, por volta de 1980. Lembro-me com orgulho e saudosismo que meu avô paterno, filho de molisianos, região perto de Nápoles, Sul da Itália, o sr. Oswaldo Bucci, me levava até uma banca de jornais para comprar os pacotinhos destes botões de 'carinhas'. Neles haviam três jogadores e a coleção ia aumentando. Isso foi por volta de 1979. Dois anos antes meu irmão já adquiria os primeiros times de 'carinhas' e que justamente foram os primeiros times de botão que apareciam em casa: o Corinthians e a Ponte Preta, Gulliver Cristal, que disputaram a finalíssima do Paulistão de 1977. O jogador Luizinho do Internacional-RS, era o meu melhor botão, o 'Rei' das 'carinhas'. Em 1986, a empresa vendeu 150 mil equipes, com botões de escudos dos 20 principais times do Brasil, que eles elegeram para produzi-los. Um atrativo era o preço mais baixo. Enquanto um Brianezi custava na época 140 cruzados, um time da Gulliver saía por quatro vezes menos.
na foto do Chevette de meu pai: Julho de 1978. Esta imagem reproduz o que eu e meu irmão vivíamos na época. O Chevette marrom de meu pai e os botões Gulliver 'carinhas'

Brianezi: a volta do Spartak Trnava de 50mm

Corria o ano de 2015...O time comprado custou 500,00 em dinheiro vivo. Há cinco anos atrás esses quinhentos valeriam bem mais hoje. E tive que escutar no telefone de forma tosca, que foi barato e que o cidadão 'perdeu dinheiro'. O time perambulou em uma troca recente e voltou, e daqui ele terá seu lugar para sempre que é a Champions League.
Ao cidadão de Osasco que me inflacionou na época, saiba que o senhor pode colocar ele ou outro por 3 mil, para mim dinheiro não falta. Graças a Deus.
Abaixo o lote de maio contemplado e vencido num leilão.
Spartak da ex-Tchecoslováquia, hoje Eslováquia da cidade de Trnava. Time fora de catálogo da Brianezi.






Finlândia 2F
Suíça 2F
Bélgica amarela 2F
Iugoslávia 2F azul
Holanda 45mm Luxo
France 45mm Luxo
Bahia Seleção de Ouro 50mm
Confiança 42mm flexível Primeira Fase
São Cristóvão 42mm flexível Primeira fase
Vitória 50mm Super Luxo POP
Fortaleza 50mm Super Luxo POP
Comercial 45mm Luxo
Guarani 50mm Super Luxo POP
Espanha laranja 50mm Super Luxo POP
Portuguesa Carioca 45mm Luxo

Times disponíveis para trocas:
Irlanda, Finlândia e Bélgica amarela

Apenas quando a maldita pandemia estiver sob controle, ou seja, no fim de ano