Copa de 1982

Copa de 1982
Lembranças da Copa do Mundo de 1982: veja o artigo que escrevi sobre o melhor mundial de todos os tempos

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Coleção do Leitor

Parabéns Drico, de Caruaru-PE, pela belíssima coleção de botões!
Fabricantes: Olé Botões, Edu Botões e Lorival Botões

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Os primeiros Crakes da firma Jucrake Artigos Esportivos - Campinas

O blog traz os primeiros times que comprei da firma Jucrake, que ainda está no mercado. Era adolescente em 1989. Estava terminando o ginásio, nome dado na época saudosa. A referida fábrica nasceu em Campinas/SP em Março daquele ano de 89, quando começou a fazer times no estilo 'tampa de relógio', um plástico mais encorpado do que os antigos Crak´s. Não confundir com aqueles times de acetato maleável na mesa, com 'duas faixas', que o saudoso Guilherme Biscasse produziu entre 1972-1989. Aqueles eram os CRAK´S que foram vendidos, sendo que em 1989 aparecia no mercado os botões Crakes, (escritos com 'es', no final) para diferenciar do nome que existia antigamente. Hoje os filhos de Biscasse comandam a empresa Futmesagol e produzem os botões Ki-GOL.
Os primeiros botões da Jucrake, do sr. Armando, de Campinas, ainda vinham com escudos nos goleiros no fim da déc. de 80. Isto foi verificado até meados da década de 90, logo depois estas peças foram substituídas por goleiros sem os símbolos. Mesmo processo teve a Brianezi. Hoje os botões Crakes têm papel por baixo, pois o processo de fabricação mudou muito desde quando eles nasceram. Apresento abaixo os primeiros times para verificarmos a mudança de 1989 para cá. Antigamente eles faziam os botões todos pintados, com decalques resistentes. Eram muito bons na mesa, ainda correm, deslizam e encobrem perfeitamente os goleiros. São eles: Botafogo de Ribeirão, São José, Internacional de Limeira, Ferroviária e XV de Piracicaba. Todos comprados no fim da década de 80 numa lojinha de brinquedos na Rua Pamplona. Saudades.
Os antigos com decalques resistentes, todos pintados de minha coleção. Times emblemáticos do interior de São Paulo que a Crakes sempre produziu em grande quantidade. Nas últimas fotos a mudança: hoje os atuais Crakes todos com papel por baixo dos botões.
CSKA Sófia produzido atualmente
E as seleções feitas atualmente com arte por baixo dos botões

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

News - Brasileirão de Oficiais

Pelo Campeonato Brasileiro da 1ª divisão de Oficiais, já temos 04 times que passaram para as Oitavas. Pelo Grupo A, a surpreendente Ponte Preta terminou em primeiro lugar e juntamente com o Galo Mineiro avançaram. Ambos Brianezi semi-flexíveis, comprados em 1989 numa loja de esportes ao lado do extinto Eldorado da Rua Pamplona, em São Paulo. Já pelo Grupo B, o campeão da Sul-Americana de 2015, o famoso Leão Azul do Pará, o Clube do Remo passou para as Oitavas e levou junto o querido Ameriquinha-RJ, campeão da Segundona de 2015. O Remo é o mais antigo Brianezi 'duas faixas', os primeiros de 1977, e o America, com escudo em decalque, mas que Lúcio Brianezi reviveu a arte colocando nos Brianezi da última geração.
Em breve no blog teremos times recém-adquiridos: Mais um time 'duas faixas' da Brianezi, mais um time 'duas faixas' da saudosa Crak´s, de Guilherme Biscasse, com goleiro, Sportec completo com goleiro, palheta azul flexível rara, na caixa diferente da Sportec; a fábrica possuía duas caixas diferentes. Só estou esperando a minha máquina fotográfica de volta. 

Ponte Preta e Remo: times consistentes que avançaram de fase no Brasileirão de 2016
O Ameriquinha de Lúcio Brianezi: belo time com destaque para o atacante Luisinho Lemos.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Sportec - futura postagem e Foto histórica 1976-77

Em breve, o blog mostrará mais um time recém-adquirido da saudosa fábrica de brinquedos e jogos Sportec. Mais uma vez, como veio de fábrica no começo de 1980, ou seja, na caixa, com goleiro, palheta etc. Enquanto isto, publico abaixo mais uma preciosidade do Calcio Italiano: o querido Catanzaro (temporada 1976-77) da belíssima Calábria, sul da 'velha bota', time que tenho verdadeira adoração, de tantas participações na primeira divisão do Calcio nos anos 70/80. Forza!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Aos 79 anos, idoso 'redescobre' o futebol de botão e tem vida renovada

Amazonense, Seu Pedro encontrou, no futebol de mesa um grande hobby. Familiares exaltam melhora de humor e convivência após o jogador filiar-se a grupo
Por Marcos Dantas
Manaus, AM
Dez/2015 
Globo Esporte/Amazonas
Mais que uma descoberta, uma mudança no estilo de vida. Antes de conhecer o futebol de botão, o aposentado Pedro Hermógenes, o Seu Pedro, como é conhecido, tinha uma vida tranquila, desfrutando de seus 79 anos após trabalhar muito. Mas ele sentia que faltava alguma coisa e descobriu nos botões do futebol de mesa, uma motivação a mais para continuar aproveitando a vida. Seu Pedro foi bombeiro e vidraceiro. Nunca trabalhou com esporte, mas sempre foi um apaixonado. Jogava vôlei, handebol, basquete, e outras modalidades, mas seu envolvimento com o futebol sempre foi um caso de amor. Lateral de ofício, ele foi proibido de jogar há cerca de 15 anos, quando teve de passar por uma cirurgia cardiovascular. Desde então, o amor ficou adormecido, até janeiro deste ano.
Um belo dia, no início de 2015, Seu Pedro abre um jornal e descobre que em Manaus existe uma associação de mesafutebolistas. Nome complicado? São os atletas que jogam o clássico e amado futebol de botão. A brincadeira não era novidade para Seu Pedro, o problema é que o futebol de mesa, assim como qualquer esporte tem regras e jeito certo de jogar. Obstáculos perfeitamente superáveis para quem se viciou à primeira vista, como ele mesmo conta.
- Quando eu era menino jogava futebol de botão com caroços de tucumã, então foi preciso entender as regras e aprender como se joga conforme elas. Mas sempre tive ajuda de todo mundo e isso nunca foi um problema. Depois que joguei uma vez não senti mais vontade de parar - contou. E não parou mesmo. Seu Pedro não só se filiou à Associação Manauara de Futebol de Mesa (AMFM) como investiu nos próprios times de botão e providenciou uma mesa oficial, que tem um espaço só para ela na casa do botonista. Para a família, é uma alegria ver que Seu Pedro ativo e alegre.
- Antes meu pai só ficava em casa e tinha problemas para se relacionar com as pessoas. Ele não era muito de visitar, inclusive parentes. Hoje, se deixar, ele passa o dia jogando, porque ele gosta muito. Ele foi abraçado pelo pessoal e o botão se tornou a mais nova paixão dele - conta o filho Hermes Macedo.
Para a associação, não foi Seu Pedro que descobriu o botão, e sim e o botão que descobriu Seu Pedro. - Ele serve de motivação para todas as pessoas. A gente sabe que infelizmente a idade limita a gente um pouco, mas mesmo assim ele não deixa de estar animado e dar sempre o melhor de si. Nos dias de competições Seu Pedro é o primeiro a chegar e se deixar ele é o último a sair - afirma Winnetou Almeida, diretor técnico da AMFM.
Vascaíno fanático, Seu Pedro coleciona equipes de futebol de botão. Corinthians, Flamengo, Liverpool, e até Real Madrid estão entre os botões que ele guarda com maior cuidado e carinho. Para ele, os mais especiais são os do gigante da colina e ai de algum filho se viajar e não trouxer de presente um time novo. - Meus filhos já sabem que toda vez que eles viajarem tem de trazer um time pra mim. Virou regra - brinca.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Gulliver 1977 - Boneco King-Kong

O primeiro 'post' de 2016 não se refere aos amados botões. Mas, sim, a postagem vai para a empresa Gulliver que fabricou no fim dos anos 70 um boneco que ainda guardo em minha coleção: King-Kong, o 'Gorila amigo'. Assim como os saudosos botões Brianezi, Gulliver, antiga Crak´s, Sportec etc, este item que ainda está presente na minha coleção, nunca será vendido, por preço algum oferecido neste mundo. O mesmo processo vale para os botões. Este boneco fez parte da minha saudosa infância, hoje uma relíquia no universo do colecionismo. 
Para um número enorme de fãs de cultura pop e colecionadores, quando falamos em King-Kong logo a lembrança dos mesmos é o longa-metragem lançado em 2005. Mas o icônico gigantesco símio surgiu originalmente num filme norte-americano datado de 1933, representado por um boneco marionete filmado em stop-motion, que, acredite, era algo realístico na época. Todavia, a maior popularidade do Kong veio em sua segunda produção, lançada em 1976, trazendo em seu elenco astros ainda jovens como Jeff Bridges e Jessica Lange.
No Brasil esse filme criou uma campanha de marketing até então nunca vista, no ano de 1977, época de lançamento do filme King-Kong. Foi montado um gorila robô de 15 metros de altura, no extinto parque de diversões Playcenter, em São Paulo, justamente no dia de estreia do filme. A estrela do longa, Jessica Lange, marcou presença no parque e repetiu a cena em que Kong a apanhava com uma de suas mãos gigantes. Mas a garotada que visitou o Playcenter na época teve outro atrativo: uma figura de plástico soprado fabricada pela 'Brinquedos Gulliver' no mesmo ano foi disponibilizada inicialmente para venda exclusiva como souvenir no parque para os visitantes e, posteriormente, também vendido em lojas. O que eu não me lembro na época, é o local onde meus pais conseguiram comprar o Kong da Gulliver de 1977. Talvez em um grande magazine da época, assim como eram achados os botões em 'carinhas' da mesma empresa.
O King-Kong foi apelidado pela Gulliver de 'O Gorila amigo'. Possui cerca de 30cm e foi feito em plástico soprado no ano de 1977. Repare o Sport - PE, original, em 'carinhas', da mesma empresa, também do mesmo ano.
O filme de 1976 que motivou a empresa de São Caetano do Sul (SP) a produzir o boneco
Catálogos da Gulliver, fim dos anos 70
Fonte de fotos e informações: Blog Sala de Justiça