Copa de 1982

Copa de 1982
Lembranças da Copa do Mundo de 1982: veja o artigo que escrevi sobre o melhor mundial de todos os tempos

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Futebol Miniatura e Bolagol - 13 de agosto de 1966

Botões para Sempre 'A Enciclopédia do Futmesa' mais uma vez enobrece a história do Futebol de Botão, contando fatos do passado de nosso amado esporte. O blog pesquisou o número do antigo CGC-CNPJ da 'Indústria de Artefatos Plásticos Santa Maria Ltda', que produzia os botões Bolagol, e verificou que a saudosa firma teve sua data de abertura (exata) no dia 13 de agosto de 1966. A fábrica, que se localizava na Rua da Alfândega, no bairro do Brás, em São Paulo, produziu cerca de 130 equipes (ou mais, pois existiam vários catálogos com times diferentes) entre clubes nacionais (a sua grande maioria), estrangeiros e seleções. Encerrou as atividades no início dos anos 80. Infelizmente. Deixo aqui um registro de parabéns ao sr. Adolpho, ex-proprietário da fábrica, por fazer parte da antiga história do botonismo. Antes da fabricação do 'Futebol Miniatura', a Estrela lançava botões muito parecidos, com o processo de injeção de escudos, intitulados 'Azes da Pelota', criados em meados de 1958-1960. Mas a relação de times produzidos pela Santa Maria foi bem maior.
O site publica uma menção honrosa à fábrica, reproduzindo um capítulo do excelente livro 'O mundo acabou', escrito por Alberto Villas, Editora Globo. O jornalista abordou sua infância vivida num Brasil mais inocente e cordial. E, claro, enfatizou os brinquedos e jogos de botões que marcaram sua época. O destaque fica por conta da fábrica 'Santa Maria', que produziu inicialmente o 'Futebol Miniatura' e, posteriormente, os Bolagol. Também publico abaixo um agradecimento ao excelente site do 'Memórias do Vitória -BA' que conta, de forma fantástica, a brilhante passagem do zagueiro Tinho no rubro-negro baiano. No final da postagem, o referido site mostrou o jogo de botão raríssimo do 'Futebol Miniatura' de minha coleção, que pertencia a um antigo colecionador. Nestes botões Bolagol do Vitória, o seu ex-dono registrou a escalação a lápis, quando foi adquirido o jogo de botão. Pela pesquisa, a escalação da equipe pertencia ao quadro de 1966-1967, ou seja, logo no início de fabricação dos botões da Santa Maria. Os botões, seguramente, fazem parte de um dos jogos mais antigos produzidos pela firma. A escalação escrita pelo antigo colecionador foi deixada por mim. Nunca irei apagá-la. O saudosismo está presente nesses pequenos detalhes que enriquecem a história dos brinquedos.
Capítulo do livro 'O mundo acabou', do jornalista Alberto Villas que retrata os botões Bolagol.
O bairro do Brás, na Rua da Alfândega, no final dos anos 60 e em toda década de 70, vivia lotado de colecionadores em busca dos pequenos objetos do Futebol Miniatura e Bolagol.
Trechos da história do ex-zagueiro Tinho, do Vitória-Ba, que jogou no final dos anos 60, do site 'Memórias do E.C Vitória'. Os botões originais de minha coleção 'Futebol Miniatura' foram fabricados logo no início da firma 'Santa Maria' e reproduzem a escalação do time (escrita a lápis), em 1966/1967, que foi deixada pelo seu antigo colecionador.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

News - Super Campeonato em 'carinhas'

Os primeiros classificados para a 2ª fase do Campeonato mais longo do ano, apenas em 'carinhas'. 64 clubes (32 da série A) e (32 da série B) estão reunidos juntos para revivermos os antigos campeonatos que foram realizados na época da ditadura militar em nosso país, nos anos 70. Para lembrarmos daquela frase: 'Quando a Arena vai mal, mais um time no Nacional'. Decidi juntar os times, a grande maioria em gullivers, mostrando que os times da série B podem muito bem passar de fase. Muitas surpresas estão acontecendo. Pelo Grupo A passaram Piauí-PI de 1985 e Catuense-BA de 1984. No Grupo B avançaram São Paulo-SP de 1971 (Estrela original) e Rio Branco-ES 1985. No Grupo C o Fortaleza-CE 1973 e Londrina-PR 1977, ambos gullivers antigos, dos anos 70, com arte do saudoso Alessandro di Caprio. No Grupo D, Palmeiras-1978 (Gulliver original) e CRB-AL 1977. No Grupo E, o Internacional-RS 1977 (Gulliver original) e Coritiba-PR 1977. No Grupo F, o Joinville-SC 1977 e o Calouros do Ar-CE 1970´s (arte do Moisés Correia, do blog Botões & Esquadrões). Ainda faltam os grupos de F a Q. Longa jornada pela frente. Até o final do ano. A curiosidade fica por conta dos times originais, por enquanto todos avançaram. Já os times da B, boa parte estão se classificando, surpresas ausentes como Caxias-RS 1977 e Caldense-MG 1979 (Futebol Cards) que estavam na série A do ano passado, não avançaram, respectivamente. Mesmo processo teve o São José-SP de 1980.
Catuense-BA pousando nos anos 80. Time que avançou no meu 'Super Campeonato Nacional', pelo grupo A.
O time de Catu-BA que jogava em Alagoinhas, interior da Bahia, nos anos 80, arte feita pelo saudoso Alessandro do Tribuna do Botão. Bobô era ídolo da equipe.
Palmeiras original de 1978; o jogador que apresenta a fotografia mais desgastada com o tempo, o Escurinho, comprado pelo meu saudoso avô paterno, até então, tem sido o maior goleador e jogador do campeonato.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

sábado, 17 de outubro de 2015

Rio Preto - SP - A paixão pelo Futmesa

Toda tarde de sábado, das 13 às 17h30, o Centro Esportivo do bairro Eldorado, na zona norte de Rio Preto, vira ponto de encontro de um grupo de 14 homens. Eles se reúnem há mais de 30 anos, com empolgação típica da infância, para jogar partidas de futebol de mesa, o botão, esporte muito popular nas décadas de 1970 e 1980. Parte do grupo integra o time de futebol de mesa oficial do América Futebol Clube, liderado por José Luis Mendonça, de 54 anos, fanático jogador de futebol de botão. "Às vezes, a empolgação é tão grande que nós perdemos a noção do tempo e paramos quando está tudo escuro", comenta Mendonça.
Marcelo Mattos, o Aranha, de 45 anos, é um dos precursores do futebol de mesa em Rio Preto
Quem pensa que futebol de botão é brincadeira de criança está muito enganado. Há regulamento e até entidades fortes como a Federação Paulista de Futebol de Mesa e a Confederação Brasileira de Futebol de Mesa, a 'CBF' deles. O futebol de botão foi inventado em 1930 pelo brasileiro Geraldo Cardoso Décourt, mas só acabou reconhecido e regulamentado na década de 1970. Em Rio Preto, o primeiro grupo de jogadores começou a ser formado em 1985, diz Marcelo Mattos, 45 anos, o Aranha, como é mais conhecido, um dos precursores da modalidade no município. "Esse ano é significativo para nós, porque estamos comemorando 30 anos do futebol de mesa em Rio Preto. Chegamos a ter quatro equipes. Palestra, Rio Preto, Capitão e América, o único ainda em atividade", destaca Aranha.
No ano passado, o América conquistou os títulos de campeão da Copa do Brasil de Futebol de Mesa, nas categorias individual e por equipes. "Estamos na fase de terminar o campeonato iniciado no ano passado e vamos começar um novo em fevereiro, com a participação de mais de dez equipes", informa José Luís Mendonça. Na luta para tentar arrebanhar novos jogadores, o que desanima os velhos praticantes é a injusta concorrência com os jogos eletrônicos da série Playstation 4. Não é fácil convencer a molecada deixar o joystick para optar pelos botões. "Tem de ver quando dou oficina no Sesc de Rio Preto. Os meninos ficam meio assim, mas logo depois que conhecem de perto, passam a gostar", diz o aficionado Mendonça. Uma parceria entre o clube e a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel) poderá proporcionar a criação de uma sala de aula para o futebol de mesa no Centro Esportivo do Eldorado. A data de início do curso e a quantidade de vagas serão divulgadas nas próximas semanas, mas não haverá qualquer cobrança de taxas aos participantes. Quem quer entrar neste esporte, pode ter de desembolsar de R$ 200 a R$ 300 para os jogos completos de jogadores, em média, contendo entre 12 e 20 peças. Há como encontrar nas lojas de R$ 1,99 jogos de plástico, mas, segundo os antigos praticantes, a qualidade é bem inferior. 
Fabricante recebe pedidos de 5 Estados
A escalação, o torneiro mecânico Roberto Rodrigues, de 51 anos, tem de cabeça há 38 anos: Tobias; Zé Maria, Moisés, Zé Eduardo e Wladimir; Basílio, Ruço e Neca; Vaguinho, Lance e Romeu Cambalhota. Esse era o time do Corinthians de 1976, no primeiro jogo de botão do morador do bairro Solo Sagrado, na zona norte de Rio Preto. "Eu tinha uns 10 anos. As peças eram mesmo em forma de botão. Colava o escudo do time, com as figuras que vinham da Revista Placar. Hoje, meu time é o Manchester United, da Inglaterra", diz Rodrigues. Quase 40 anos depois, Roberto se tornou um dos mais requisitados fabricantes de times de futebol de mesa do Brasil. É na sua oficina de torneiro mecânico, que ele atende os pedidos que vêm de Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belo Horizonte e São Paulo. "Temos muitos praticantes espalhados pelo País, com campeonatos competitivos. Principalmente no Rio de Janeiro", destaca o fabricante. O trabalho é todo artesanal, desde o corte das peças. Jogadores de meio-campo e ataque têm 50 milímetros de diâmetro e as peças utilizadas na zaga têm 60 milímetros de diâmetro. Todas são de formato circular, exceto o goleiro que é retangular. "Nos pedidos que recebo há inclusive instruções detalhadas para a angulação da peça, porque fazem a diferença para fazer os gols", explica o torneiro. A frustração de Roberto Rodrigues, por enquanto, é ainda não ter para quem repassar o amor pelo futebol de mesa. Sua única filha não joga. A esperança vai para quando ela tiver um filho.
Modalidade possui duas regras
O futebol de mesa é praticado com 11 peças para cada time. Dez redondos com a função de jogadores de linha e um retangular, que simboliza o goleiro. Todas as peças são impulsionadas por fichas, apenas por um jogador. Em uma mesa de superfície lisa, com 1,40 metro de comprimento por um metro de largura. A bola é um botão de forma circular, com apenas um centímetro.Há duas linhas de regras de futebol de mesa no Brasil. A de 12 toques e a de três toques. Na conhecida como Regra Paulista, a 12 toques, cada partida tem 20 minutos de duração, dividida em dois tempos de dez minutos cada. O jogador com a posse da bola pode fazer até 12 toques antes de chutar a gol. Se ultrapassar o limite, sofre um tiro livre, espécie de cobrança de pênalti. Esta é a mais praticada pelos rio-pretenses.Na três toques é usado regulamento do futebol de campo e as partidas tem 40 minutos de duração, divididos em dois tempos de 20 minutos cada. E cada equipe pode dar no máximo três toques até finalizar para o gol adversário.
Fonte: Diário da Região

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Do fundo do Baú - Placar de 1988

Botões para Sempre encontrou perdido um recorte, no meio de um livro de futebol, da Revista Placar de junho de 1988. A matéria: 'Dentista imbatível'. Parabéns ao Dr. Adélio da Silva Pereira!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Memória - Pedro Rocha - 'El Verdugo'

Botões para Sempre, em homenagem ao recente jogo de botão da Estrela, presta um pequeno tributo ao El Verdugo, 'Carrasco', o saudoso uruguaio Pedro Rocha. O craque, um dos maiores ídolos do São Paulo e da seleção do Uruguai, tinha uma loja de esportes na esquina das ruas Joaquim Floriano e João Cachoeira, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Quando criança meu pai chegou a comprar camisas de futebol em sua loja. Seguramente muitos jogos de botões lotavam as prateleiras da 'Pedro Rocha Sport'. Saudades...
Alto, magro, elegante e tranqüilo, o uruguaio Pedro Rocha chegou ao São Paulo em agosto de 1970, comprado do Peñarol, de Montevidéu, por 880 mil cruzeiros. Àquela altura, já havia jogado as Copas do Mundo de 1962, 1966 e 1970 pelo Uruguai (jogaria, ainda, a de 1974). Tinha vencido dois Mundiais Interclubes (1961 e 1966) e três Libertadores (1960, 1961 e 1966), além de sete Campeonatos Uruguaios pelo Peñarol. Era, enfim, um jogador já consagrado internacionalmente. No São Paulo, sua função bem diferente da que exercia no ataque do histórico time do Peñarol, campeão de tudo o que disputou nos anos 60, formado por Abbadie, Cortes, Spencer, ele e Joya. Como era de se esperar, a experiência deu errado. Não para o time, que em 1971 chegou ao bicampeonato paulista, mas para o craque uruguaio. As coisas só começaram a melhorar para o lado dele quando Gérson foi vendido ao Fluminense, em 1972. Mais solto, Pedro Rocha começou a mostra todo o seu grande futebol. Chegou a ser artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1972, ao lado de Dario (o Dadá Maravilha), com 17 gols - Rocha é, até hoje, o único estrangeiro que conseguiu essa façanha. Em 1975, o São Paulo foi novamente campeão paulista, graças à boa fase do Verdugo (apelido herdado do goleador argentino Eduardo Hoberg, o primeiro a ser chamado de verdugo, ou carrasco, dos goleiros adversários). Rocha manteve-se como o principal jogador tricolor até 1977, ano da chegada do técnico Rubens Minelli. Emprestado ao Coritiba, Pedro Rocha sagrou-se campeão paranaense de 1978. Antes de encerrar a carreira, passou ainda pelo Palmeiras e pelo Toros Neza, do México. Tornou-se treinador de futebol e comandou equipes como Mogi Mirim, Portuguesa e Rio Branco de Americana.
Placar de 72

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Manufatura de Brinquedos Estrela (Original raro do São Paulo FC 1971) 'Carinhas'

No Dia das Crianças e de Nossa Senhora Aparecida, Botões para Sempre revive mais uma vez a famosa fábrica 'Manufatura de Brinquedos Estrela S/A', mostrando o recém-adquirido São Paulo FC, o Tricolor do Morumbi; todos os botões originais, no modelo 'panelinha', em 'carinhas'. A escalação que a Estrela se baseou foi no timaço bicampeão paulista de 1971, com os craques Gerson, o uruguaio Forlán, Toninho Guerreiro, Edson Cegonha, Arlindo, Terto, Jurandir, Paraná, Gilberto Sorriso e sua estrela maior, o craque Pedro Rocha, da seleção uruguaia. Além do arqueiro Sérgio Valentim, que, curiosamente, depois de seis anos estampava o Coritiba, na coleção de botões da Gulliver 'Carinhas'.
Já se vão 44 anos de fabricação destes botões. Por incrível, eu não era ainda nascido quando estes botões foram fabricados pela gigante Estrela. As fotografias originais nos botões, já um pouco escurecidas com o passar do tempo, mostram como era a infância vivida pelas crianças da época. Dava gosto ir às lojas e magazines para adquirir um brinquedo como este. Botões para Sempre tenta resgatar estes momentos lúdicos e especiais do nosso passado. Vamos à mesa! O time do São Paulo, do 'canhotinha de ouro', Gerson, entrará em campo para disputar o 'Super Campeonato Nacional', agora com carinhas da Gulliver e Estrela.
Terto, um dos destaques da equipe bicampeã paulista
'Pra frente campeão', um dos vários nomes que a empresa dava aos seus produtos.
Todos os logotipos ao longo da História 
A História dos 'Canoinhas' e 'Panelinhas' 
Botões para Sempre conversou com o ex-presidente da Federação Paulista de Futebol de Mesa, Jorge Farah, sobre a história da fabricação de jogos de botões da Estrela. A fábrica, seguramente, foi a pioneira na industrialização de jogos de botões no Brasil. Fez um modelo muito parecido com os Bolagol, de galalite, com injeção de escudos, na coleção intitulada 'Azes da Pelota', em 1958 (ver nos Marcadores). Aproximadamente, em 1961, a Estrela iniciou a produção dos botões 'canoinha', especialmente da coleção intitulada 'Reis do Futebol'. "Estes foram lançados somente em 1962, pois tenho a escalação das equipes nos botões. A melhor forma de verificarmos é pesquisando as escalações em jogos dos clubes", salienta Farah. O colecionador ressalta que a Estrela fabricou somente os grandes de São Paulo, leia-se: São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos. E os mais famosos do Rio de Janeiro, entenda-se: Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo. "A exceção é a Seleção Brasileira de 1970 que foi lançada em 1971", enfatiza. Farah aborda também que os botões da Estrela são anteriores aos botões de banca de jornais e que os 'panelinhas' ou 'estrela chutador', nome dado a estes botões, são apenas continuação da coleção dos 'canoinhas', mas com alteração na forma do botão. Os canoinhas foram produzidos até meados dos anos 1970, logo sendo colocado no mercado os 'panelinhas' que vieram na forma de distintivos dos clubes, não somente com as carinhas. Lastimavelmente a Estrela parou de produzir os jogos de botões no começo de 1980, quando os clubes exigiam o pagamento de royalties pela confecção dos escudos. Mais uma vez vale recordar: quem perdeu nesta história toda fomos nós, amantes do esporte e do colecionismo. Bola fora dos clubes, lamento muito que isto tenha ocorrido, o mesmo fim teve a Brianezi. Uma pena...
12 de Outubro é o Dia da Criança. Dia do Brinquedo Estrela.
A empresa foi fundada em 1937, em São Paulo, no distrito do Belém, na Rua Marcos Arruda.
Nesta foto, eu com apenas seis anos brincando na casa de meu saudoso avô materno, no famoso Estrelão, da famosa 'Manufatura de Brinquedos Estrela'. A fábrica parou de produzi-lo em meados de 1985.

A História em Fotos do São Paulo de 1971, bicampeão Paulista
Repare que é a mesma escalação em que a Estrela se baseou para confeccionar o Tricolor Paulista
O Morumbi no começo dos anos 70
Arlindo
1971
Forlan, é sempre bom reviver estas camisas em algodão da época. Oh, tempos bons...Grandes jogos, só craque em campo!
Gilberto Sorriso. Curiosamente o brilhante jogador também está presente no meu Santos original da Gulliver, de 1978. Agora precisarei saber em qual clube ele deverá atuar em meu campeonato de botão. (rs). Grande Gilberto! Parabéns pela sua linda carreira no futebol; um cordial abraço do jornalista Ricardo Bucci
Paraná
O saudoso e um dos maiores ídolos, Pedro Rocha
Toninho Guerreiro
1970: entrega das faixas
Taça de Prata 1970
1971-72
O canhotinha Gerson, o primeiro à esquerda, com o goleiraço Sérgio, e seus companheiros de equipe
Para terminar, uma imagem da região do Ibirapuera, em São Paulo, exatamente em 1971, época da produção deste jogo de botão da Estrela.
Fonte de pesquisa: Guia dos Curiosos de Marcelo Duarte, Terceiro Tempo de Milton Neves e Gazeta Press