Copa de 1982

Copa de 1982
Lembranças da Copa do Mundo de 1982: veja o artigo que escrevi sobre o melhor mundial de todos os tempos

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Os bons tempos de Futebol de Botão

Mais um excelente artigo;
Os bons tempos de futebol de botão – Coluna do Carrieri
By Nogueira – site 'O fino da Bola'
Imagino que todos aqui já jogaram pelo menos uma vez futebol de botão. Compreendo que alguns não se encantaram com a brincadeira. Mas alguns, inclusive eu, foram verdadeiramente “enfeitiçados” por essa magia, que lhe permite ser o presidente do clube, o técnico, até mesmo a própria Federação, além do mais importante: ser os jogadores em campo. Você se sente capaz de fazer algo por seu time: chuta, defende, luta em campo, algo que um simples torcedor não pode fazer. A sensação de representar um time, em um jogo de botão representa para esse “enfeitiçado”, sem exageros, o que há de mais próximo da emoção que o futebol real nos proporciona. Só quem já defendeu seu time preferido contra um adversário, torcedor de um clube rival, pode entender o que eu estou dizendo. Você já passou um dia, uma semana, não conseguindo pensar em outra coisa que uma final ou jogo decisivo de seu time? Pois eu lhe garanto que eu e muitos que conheço já viveram essa ansiedade em um campeonato de futebol de botão.
Nasci em 1968, portanto incapaz de descrever como o futebol de botão atravessou essa década. Prefiro falar daquilo que vivenciei. Comecei a jogar nos anos 70, onde o jogo estava relativamente em alta. Havia uma disponibilidade razoável de times, tanto os “oficiais”, fabricados principalmente pela Brianezi, um verdadeiro “sonho de consumo” para qualquer garoto de pelo menos 10 anos, mas que por não serem tão baratos geralmente eram substituídos pelos botões de plástico, menores, como os Gulliver, Bolagol entre outros, geralmente associados a alguma fábrica de brinquedos. Havia poucos campos com medidas oficiais. Os mais utilizados, além do que cabiam em qualquer sala ou quarto, eram os famosos “estrelões”. Alguns se arriscavam a desenhar as linhas em mesas de jantar, tábuas de madeira, até mesmo num chão liso. Engraçado que muitos, por falta de amigos para jogar, disputaram várias partidas, campeonatos, sozinhos.
A se destacar também a iniciativa que muitos tinham em confeccionar seus próprios times, especialmente com tampas de relógio, garimpadas incessantemente pelas relojoarias da cidade. Esqueça copiadoras coloridas digitais, toda sofisticação que existe hoje: a criação de times, amadores, fictícios ou mesmo times que não eram produzidos, demandava um trabalho artístico dos mais difíceis, incluindo os desenhados à mão.
Muitos entendem que o futebol de botão acabou. Não é verdade. Reconheço uma perda na essência, no romantismo, exatamente como aconteceu ao seu paradigma, o futebol profissional real, apesar de ser evidente o seu enfraquecimento atual em relação às décadas de 70 e 80, principalmente. A culpa recai sobre os jogos de futebol dos vídeo-games. Mais uma afirmação que não considero verdadeira, pois além de dedicar parte do meu tempo ao futebol de botão, sempre que posso me divirto em jogos como FIFA e PES.
Acho que o ritmo de vida que levamos hoje em dia, esse sim, quer nos fazer acreditar que não podemos “perder” meia hora para jogar uma partida de botão com nossos filhos, com nossos amigos. Vida moderna essa, que tem afastado muitos pais, filhos, amigos de qualquer recreação e até de atividades esportivas. Será que é só o futebol de botão que enfraqueceu? Você ainda vê tantas pessoas disputando uma “animada guerra” de WAR como via antigamente? As pessoas estão se isolando cada vez mais em computadores, tablets, smartphones, i-pads, e outros. Deveriam apenas se aproveitar dessas excelentes ferramentas. Bom, mas isso é tema para um outro post.
Não me perguntem qual será o futuro do futebol de botão. Tenho um filho de três anos. Apresentei o futebol de botão a ele há alguns meses. Quer ver ele ficar “doido” é colocar o campo no chão e abrir a caixa de times. Conhece pelo menos uns 30 times entre brasileiros e internacionais, incluindo escudos, uniformes e hinos. Não sei se ele jogará futebol de botão. Nem sei se ele terá com quem jogar. Mas percebo nele o mesmo encanto que um dia me contagiou. E no momento, isso me basta.

domingo, 1 de novembro de 2015

Time de Celulóide 02

4cm ou 40mm, pouquinho menor que os Brianezi, já que estes saíam da fábrica com 42mm. Na mesa correm muito, são extremamente macios, super flexíveis, na lateral de cada número, veio a palavra escrita "Adidas". Saudades...

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Os famosos botões de celulóide

Botões para Sempre relembra aqueles pequenos objetos de celulóide, que serviam, sobretudo, para capas de relógios e para o nosso fantástico esporte. Eles faziam a cabeça da garotada em épocas saudosas, especialmente no final dos anos 60 e em toda a década de 70. Ainda hoje eles são cobiçados, pois na mesa eles correm uma barbaridade. Mostro abaixo textos sobre a história do celulóide e sua relação com o botonismo. O blog publica também um time muito antigo feito a partir deles, com lentes de 1,8cm de tamanho, os menores botões que agora pertencem a minha coleção. Na mesa já verifiquei que mesmo com o tamanho diminuto, encobrem muito bem os goleiros.
A história do celulóide
As primeiras notícias a respeito da criação do celulóide, mesmo que só parcialmente, é um material sintético, da França, de estudos levados a cabo por H. Braconnete, em 1833. Registram-se também as experiências de Schönbein, na Alemanha em 1845. Mas quem patenteou o novo artigo, em 1865, resguardando os solventes e plastificantes da chamada nitrocelulose, foi um impressor de Albany, Nova York, de nome John Wesley Hyatt, que com sua descoberta ganhou a medalha “Perkin”, conferida pela “British Society of Chemical Industry”. Hyatt e seu irmão Isaías obtiveram o celulóide produzindo um caldo de duas partes de nitrato de celulose e uma parte de cânfora, gelatinizando depois a mistura sob pressão, na presença de solventes. Dizem os pesquisadores, comentando tal descoberta, não compreender com Hyatt e o irmão sobreviveram às experiências a que submeteram a nitrocelulose. Alexander Parker, Daniel Spill e outros, mais conscientes da explosividade da mistura, não se atreveram a fazê-lo. Daí Hyatt, que não era um químico, tornou-se o pai da celulóide – um sintético mestiçado, digamos assim – e também o pioneiro da sua industrialização em larga escala.
Por que o fizera? Para ganhar um prêmio então instituído nos Estados Unidos, de 10 mil dólares, para quem inventasse uma substância capaz de substituir o marfim dos elefantes para bolas de bilhar. Hyatt não ganhou o prêmio, mas ganhou muito mais com a produção do celulóide – o arauto da Era Plástica.
Jogo de Botão na Adolescência
Por Gilberto Maluf - Site Cacellain
Antes de tudo, esta minha narrativa leva em conta minha idade na época, entre 10 e 13 anos de idade. Tudo começava indo aos relojoeiros para conseguir, alguns se lembram, tampas de relógio de modelos masculinos, os maiores, também chamados celulóides. Estes eram destinados de  preferência para a defesa e para a proteção da zaga, onde jogavam os Centro-Médios, que também auxiliavam na armação das jogadas.
Já os relógios femininos, menores, eram bons para os atacantes, leves e com muita facilidade para encobrir o goleiro adversário. Das figurinhas de futebol a gente recortava o nome e quando dava, o rosto do jogador. Depois de devidamente colado com fita scotch ( durex) na parte inferior do celulóide, estava pronto o nosso time de botão. O goleiro era resultado de uma caixa de fósforo com chumbo por dentro para resistir às “bombas” dos adversários. Estas bombas eram desferidas pelos jogadores da linha média, maiores e com potencial de chute forte.
Os celulóides côncavos eram ideais para chutes fortes. Os convexos, não planos,  lançavam chutes cruzados e por coberturas. Salienta-se que os goleiros eram revestidos com as fitas scotch e de preferência com a cor do time do coração. Os palmeirenses usavam a cor verde, os são-paulinos a vermelha e os corintianos a preta.
Já a bola nós utilizávamos aquelas que vinham  nos jogos das lojas, que parecia um trapézio, com duas medidas. Com a base maior no chão, era difícil levantar, iam quase que rasteiras. Já com a base menor no chão, era perfeita para encobrir os goleiros.
Em determinados lugares a bolinha era feita de piche de asfalto. Certamente o controle dela era mais difícil. Li de um internauta que na mesma época, início dos anos 60, que  o seu time de botão ficou 40 jogos em perder e o tabu foi quebrado para um time de tampa de relógio por 7×6. Será que eram as maiores medidas? Eu não gostava de jogar com aqueles times mesclados, ou seja, na defesa colocavam aqueles jogadores de plástico dos times da Fábrica de Brinquedos da Estrela. Eles eram altos e serviam para dificultar nossos chutes a gol.
O que é Celulóide
É a primeira entre as matérias plásticas artificiais. Foi inventada por J.W. Hyatt, começando pelo nitrato de celulosa e cânfora. Por causa da facilidade de coloração e resistência apresenta muitas funções. Todos os objetos obtidos com celulóide são trabalhados a partir de semi-trabalhados como as lâminas, as folhas, os bastões, os tubos, as fitas e as películas. Pode ser serrada, alisada, cortada, laminada, forada, passada, torneada, estampada por pressão, costurada, encravada etc. Pode também ser moldada simplesmente aquecendo-a com água ou ar quente; pode ser colada e decorada na superfície.
Acetato de celulóide
É utilizada sobretudo para a produção de objetos transparentes, translúcidos e opacos, entre os quais lembramos calculadores, revestimentos de volantes para automóveis, cabos de facas, saltos para sapatos, pára-luzes, vidros de relógios, partes de máscaras protetivas, canetas-tinteiro, cabos de parachuvas, brinquedos e assim por diante.
Fonte: Museu do Plástico

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Caixa de sapatos com botões

Quem não guardava, muito antigamente, os botões em uma caixa velha de sapatos? Pois bem, Botões para Sempre recentemente adquiriu uma caixa com botões de diversos anos: 60, 70 e 80, que pertencia a um antigo colecionador. Sempre adorei colocar minhas pequenas miniaturas de futebol nestas caixas, quando criança. Depois de adulto, um dos meus sonhos era conseguir tais relíquias, todas misturadas em caixas de sapatos. O blog publicará, aos poucos, devido ao tempo que está cada vez mais curto, os jogos de botões e as histórias dos respectivos times que vieram. Basicamente o antigo colecionador adorava botões de 'tampa', os famosos celulóides.
Podemos observar times originais da Brianezi 'duas faixas', do período entre 1977-86, época de ouro destes celulóides que a firma importava do Japão. Há um time 'duas faixas' com lente da Edição de Luxo (45mm), a primeira que adquiri neste tamanho; já que os grandes luxuosos de Lúcio Brianezi, da Seleção de Ouro, vinham em 50mm. Vieram os Sportec, marca criada em janeiro de 1980 e que encerrou as atividades na própria década de 80. Os mesmos decalques (números, distintivos e faixas) desta fábrica eram usados também pela gigante Brianezi, que foi a pioneira dos botões 'oficiais'. No interior da caixa também podemos encontrar alguns Bolagol, que foram fabricados pela 'Indústria de Artefatos Plásticos Santa Maria', entre 1966-1980.
Verifiquei vários botões de galalite, que são ainda muito utilizados pelos brasileiros, especialmente cariocas, gaúchos e baianos. São peças adoradas nestes Estados. Já em São Paulo, os jogos de galalite não tinham tanto destaque, por isto que nunca me interessei em comprá-los, mas mesmo assim estes botões irão para a coleção, pois são os primeiros que me apareceram. Há diversas tampas de relógio antigas, dos anos 60 e 70, pintadas uma a uma, emolduradas com escudos de times, emblemas de países, e menções de marcas de camisas e objetos esportivos que o ex-colecionador adorava como 'Topper', 'Adidas' e 'Puma'. Uma verdadeira alquimia. Aliás, quando éramos criança, nossa imaginação não cessava na construção de times.
Presenciei também um joguinho completo com 10 peças, de tampinhas de celulóide de tamanho minúsculo, cerca de 1,8cm. Uma palheta de celulóide antiga e ilesa, bem flexível, macia, de cor marrom bem escura, também surgiu na caixinha. Deveria ser da Brianezi, mas pintada de uma cor só, com o mesmo material e tamanho das palhetas coloridas. Enfim, com o tempo publicarei os botões e os times, contando sempre suas histórias.
No começo da década de 80, logo depois da visita do Papa João Paulo II ao Brasil, meu pai tinha o costume de me levar até a casa de meu saudoso avô, com o Estrelão e uma caixa de sapatos com vários botões. Foto tirada pela minha saudosa tia, com meu pai, e a caixinha de sapatos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A origem do Futebol de Botão também seria inglesa?

Dúvidas. Lendas. O certo é que existem muitas teorias que envolvem o surgimento de nossa 'brincadeira', isto é, do nosso amado esporte. Desde o antigo jogo da 'pulga' muito praticado na Europa, com as mãos, em forma de 'petelecos', até a existência de relatos espanhóis no fim do século XIX. Na Hungria, os especialistas deste querido país do Leste Europeu afirmam que o sectorball é praticado desde 1910. No Brasil sabemos da história do 'Papa do Botão', Geraldo Décourt, pioneiro e o maior divulgador do surgimento do futebol de botão em nosso país.

Botões para Sempre mostra abaixo uma foto datada de 1910. Na Europa do início do século passado está registrada, em divulgação, neste jornal ou folheto impresso, de nome 'Leader', de Londres, capital inglesa, dois técnicos-jogadores concentrados na manipulação de seus botões distribuídos sobre uma mesa de jogo com dois goleiros nas suas extremidades. Seria a origem europeia do jogo de futebol de botão? O futebol de botão também teria se originado na Inglaterra, país dos inventores ou, ao menos, os organizadores do futebol 'association', de campo?
A primeira foto conhecida no Futebol de Mesa ou Futebol de Botão é esta de Londres, de 1910, remetida da Sérvia por Milos Krstic, músico, grande botonista de seu país do Leste, e um dos maiores divulgadores do futebol de mesa (sectorball) na Europa.
O sérvio Milos Krstic: sabe tudo da história do botonismo e também relacionado ao Brasil e nossos clubes.
No ano de 1930, o brasileiro Geraldo Décourt publica o primeiro livro de regras do Futebol de Botão Nacional, na época chamado de 'Foot-Ball Celotex' e que viria a tornar-se um documento histórico pelo seu pioneirismo. O nome 'Futebol Celotex' foi dado, originalmente, ao jogo de futebol de botão, em decorrência do material usado na época para confecção das mesas de jogo, o qual tinha este mesmo nome. Talvez o 'Celotex' tivesse alguma semelhança com as chapas de 'eucatex' e 'duratex', utilizadas para a fabricação de mesas de jogos de botão para crianças nos dias atuais.
O pioneiro Décourt recebeu o título de "Papa do Botonismo Brasileiro", pois com ele surgiu os primeiros registros impressos da existência do futebol de botão no centro político, administrativo e econômico do Brasil.
Material de fotos antigas e fonte de pesquisa histórica: botonista gaúcho Enio Seibert, foto acima.

Um pouco do que fez DÉCOURT
Em 1922, quando comemorávamos o ano do centenário da Independência do Brasil, Geraldo Décourt conheceu Higino Mangini e seu irmão Francisco, que o ensinaram a praticar o futebol de botões, tendo jogado pela primeira vez na escadaria da Rua Visconde de Paranaguá, onde morava no nº 40, antes de possuir sua primeira mesa envernizada e disputar os primeiros campeonatos de 1922 com Mario Sallorenzo, José da Silva, Rudolf Langer, Oscar Vieira e Jaime Ferraz.
Por volta de 1930, fazia toda a cobertura jornalística em diversos jornais do Rio de Janeiro e de São Paulo, contando com a colaboração de amigos como Thomaz Mazzoni e José de Moura, que nunca recusaram notícias sobre o futebol celotex.
Na mesma época, a Liga Pernambucana tinha na parede de sua sede um retrato de Décourt, uma foto dele recebendo um troféu e outra de sua linha atacante.
Grande incentivador desta modalidade, Décourt foi o autor das primeiras regras dessa salutar prática, impressas como Celotex.
Na época, o meia Tatu, do Corinthians e campeão sul-americano pela seleção brasileira, faleceu vítima de tuberculose e Geraldo Décourt doou para uma campanha em seu benefício cem exemplares de sua regra.
Por força de seus afazeres, tais como a pintura moderna, negócios, jornalismo, radialismo (cantor e compositor), Décourt afastou-se por uma longa temporada do futebol de mesa.
Morou no Rio de Janeiro cerca de 30 anos, 5 no Rio Grande do Sul, casou-se em 1947 em Vitória (ES) e retornou a São Paulo em 1949.
Ao futebol de mesa retornou através de Éder Jofre, o "Galo de Ouro", que o aproximou do então presidente da Federação Paulista de Futebol de Mesa, Décio Zuccaro. Nessa oportunidade, Decourt prometeu cooperar e participar do movimento em favor da difusão da modalidade, com o seu melhor empenho.
Fez parte da extinta Federação Paulista de Futebol de Mesa, jogando no Grêmio Dramático Luso Brasileiro, em 1964, quando conheceu Luiz Gonçalves da Silva, um dos fundadores da Federação Paulista de Futmesa e artesão de botões no estilo 'tampa', Flávio Seabra Ferraz e Roberto Milagres. Também conheceu Newton Andrade e Carlos Casal del Rey, que possuíam seus estádios com quatro refletores.
Em 1980, visitando Santos, em companhia de Hideo Ue Filho e Eliahou Vidal, conheceu Jurandir da Silva Marques, com mais de 70 anos, que fez um pequeno comício a respeito do que Decourt fez e fazia naquela época, citando clubes e locais onde o vira jogar.
No mesmo ano, esteve presente ao Congresso de Abertura do I Campeonato Brasileiro da modalidade três toques, no Rio de Janeiro.
Criou o Botunice Informa, boletim informativo de seu clube, o Botunice, e dos demais clubes de São Paulo.
No dia 13 de julho de 1982, em Lagoinha, Ubatuba, São Paulo, compôs o Hino do Botonista, homenagem aos botonistas do Brasil de todas as regras.
No mesmo ano, afastou-se do futebol de mesa, motivado pela paralisia parcial que o atingiu tão traiçoeiramente e o impediu de participar até como simples assistente.
Em 1987, publicou o livro "Aconteceu, sim!..., 150 páginas de um “solista da escala cromática”.
Apesar de seu longo histórico, Décourt sempre deixou bem claro que nunca disse para ninguém ter sido o inventor do futebol de botões, mas sim autor da primeira regra impressa.
Jornal de 1930
O celotex que depois virou o nosso amado Futebol de Botão
Registro muito antigo do Futmesa em 1918, by periódico 'Vida Sportiva'

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Foto histórica

Foto inédita do querido 'Tremendão da Aerolândia', o tradicional Calouros do Ar - CE, disputando a principal divisão do Estadual cearense do ano de 1985. O tricolor da antiga Base Aérea de Fortaleza tem que voltar correndo ao seu lugar de origem, jogando com os grandes de seu Estado. Em 1972, chegou até a disputar a série B do Nacional. Nos campeonatos de botão, o time da Brianezi segue firme na Primeira Divisão de Oficiais.
 Fonte: Diário do NE