Copa de 1982

Copa de 1982
Lembranças da Copa do Mundo de 1982: veja o artigo que escrevi sobre o melhor mundial de todos os tempos

terça-feira, 27 de junho de 2017

Coisas da vida: E o time comprado em celulóide da Brianezi na infância pelo meu pai, volta.

Quem nunca escutou isso: "Aqui se faz, aqui se paga!", quantas coisas no mundo a gente erra, se arrepende, é prejudicado, mas, que no fim, abrem-se as cortinas da luz, da esperança e da recompensa. Assim aconteceu nessa terça-feira com o Bayern de Munique, da Brianezi, feito em meados de 1979-80, segundo o antigo dono dos botões. Dito e feito. Havia perdido um exemplar com seis peças desse mesmo time, porém, com cores diferentes, em 2013, quando meu pai sofreu uma cirurgia. Naquela época, ainda um pouco 'inocente', depois de minha volta em apenas um ano de botonismo, troquei 'dois times por um'. Inacreditável? O incrível naquela história toda é que os dois times que eu perdi com a troca voltaram (que foram infelizmente trocados numa tarde infeliz), foram eles: Sampdoria da Brianezi, recuperado em 2015 e esse Bayern em celulóide da segunda edição, no modelo de 'duas faixas'. Demorou? Pode demorar, mas o mais importante é que a gente aprende a lição, com os nossos tombos e erros. Ainda soube tempos depois, que meu antigo e 'pobre' time com apenas seis peças, foi revendido por aqueles preços de muitos cifrões $$$ que a gente costuma presenciar, ou seja, não quero nem comentar mais.
Portanto, que sirva de lição e seja bem-vindo novamente o Bayern de Munique da segunda edição dos Brianezi, que davam tanto trabalho como aquele antigo que meu pai comprou no Shopping Ibirapuera junto com o United, ambos também em começo de 1980. O mais curioso é que além de todo esse registro, voltou o time completo em celulóide como era o meu, e com goleiro e sem nenhum arranhão. 
E vida que segue. Acredite nos seus sonhos. Nunca desista de nada. Aprende com seus erros. Seja humilde e persistente. O Brasil tem que melhorar. Se não temos exemplos, melhore você, que cada um faça sua lição honrada e justa.
Nenhum empenado, sem trincas, apenas as manchas pela ação do tempo de 40 anos!
Essas foram as únicas seis peças que me sobraram da infância no mesmo modelo com 'duas faixas' que se perderam numa troca infeliz.
Essa dupla, sem dúvida, marcou uma geração: Paul Breitner e Rummenigge. Duas grandes feras!
1975-1976
77
1980

Um pouco do que eu vi do Bayern do começo de 1980 com a mesmo time da Brianezi na mesa

Quando se listram os grandes times do Bayern de Munique, a referência básica quase sempre se concentra naqueles que conquistaram a Champions. Os tricampeões continentais, que também acumularam um tricampeonato nacional da década de 70. Os responsáveis por recuperar a glória em 2001, em outro período de três títulos consecutivos no país; além dos redentores de 2013, iniciando o pentacampeonato da Bundesliga, feito inédito e que talvez se amplie ainda mais nos próximos anos. Raros se lembram do segundo tricampeonato do Bayern, faturado nos anos 80. O time que ficou no quase, além das fronteiras pode não ser tão brilhante quanto os outros citados. Ainda assim, possui seus craques e merece as devidas reverências, pela maneira como recolocou a Alemanha sob seus pés, depois de anos bastante difíceis na Baviera.
fonte de texto: Trivela
Aqui já com o goleiraço belga Jean-Marie Pfaff
Breitner: uma lenda dos anos 80!
1970
Que a bela Munique traga também na mesa de 'Botões para Sempre', sua mesma força e hegemonia de uma grande cidade

Um comentário:

  1. Ricardo, não lamente o erro. Preserve o Bayern branco e aproveite os botões vermelhos como reservas. Faça grandes jogos. E para incentivá-lo: meu irmão tem o Bayern no coração como o Internacional e o Barcelona.

    ResponderExcluir